Completo.
Esse é o primeiro adjetivo que vou usar para descrever Vinicius Castro.
O artista mais completo desde Chico Buarque.
Recifense quase naturalizado carioca, Castro chega à cena transpirando arte por todos os poros.
Seu nome aparece envolvido em literatura, arte visual, trilha, música infantil, música de gente grande e em mais uma infinidade de projetos, trabalhos e prazeres. E o mais intrigante é que faz tudo com maestria. Seu disco de estréia (Jogo das palavras) é prova eminente de que tudo em que toca vira ouro.
Criativo.
Esse é o segundo adjetivo que vou usar para descrever Vinicius Castro.
O artista mais criativo desde Arnaldo Antunes.
Demonstra pleno domínio da língua da primeira à última faixa do disco. E faz tudo regado de muita graça. Passeando por diversos temas e ritmos com facilidade, Castro vai do tango ao blues e do bolero ao jazz num piscar de olhos.
Recheado de cadências latinas, o disco mora sob advertência de ser extremamente contagioso.
Contagiem-se!
Ouça!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Kimbra
Num lugar muito improvável (Nova Zelândia) Kimbra nasceu e vem fazendo seu som comparado a divas como Amy Winehouse e Bjork. Só que é na Austrália e com seu super recente álbum 'Vows' que Kimbra alcançou os primeiros lugares nas paradas de sucesso.
Kimbra faz uma releitura bem interessante e alternativa dos anos 70, além de uma sonoridade que apresenta Retrô, Indie, Jazz e Música experimental.
Uma super e novíssima revelação, com apenas 21 anos. Kimbra faz barulho na Austrália, Nova Zelândia, Bélgica e Holanda, mas é uma questão de tempo até conquistar o resto do mundo.
Divirtam-se!!!!
www.myspace.com/kimbramusic
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Canções de apartamento!
É tanta coisa acontecendo no cenário da música brasileira que, às vezes não dá tempo de falar de todo mundo. E foi vasculhando meu acervo musical que esbarrei em um artista sobre o qual já devia ter escrito há muito tempo. Com a proximidade do fim do ano surge junto um sentimento de retrospectiva, uma espécie de olhada para trás, uma reavaliação de tudo o que foi feito. E de maneira nenhuma eu deixaria entrar outro janeiro sem falar do milagre que é a música-poesia desse garoto.
O disco é uma galeria com dez aprimoradíssimas obras primas. É um corredor com saídas para todos os cantos e paralelamente um banker.
Com o mesmo tom cotidiano de Chico Buarque e Rodrigo Amarantes, Cícero é um pouco só mais intimista e brinca feito um tecelão em sua esplendida melancolia.
No mais, qualquer extensão do meu ponto de vista sobre o trabalho do artista, seria uma tentativa desesperada, ainda que involuntária, de fazer-lhes a todo custo ouvir o disco. E isto sendo feito, certamente invalidaria por completo meu esforço verbal.
O disco vai além da crítica. Além de uma nota opinativa.
É história sendo feita. É um parto. Um parto de um belo e saudável menino. Pronto para andar sobre a superfície do mundo ou pairar sobre os edifícios.
Com o mesmo tom cotidiano de Chico Buarque e Rodrigo Amarantes, Cícero é um pouco só mais intimista e brinca feito um tecelão em sua esplendida melancolia.
No mais, qualquer extensão do meu ponto de vista sobre o trabalho do artista, seria uma tentativa desesperada, ainda que involuntária, de fazer-lhes a todo custo ouvir o disco. E isto sendo feito, certamente invalidaria por completo meu esforço verbal.
O disco vai além da crítica. Além de uma nota opinativa.
É história sendo feita. É um parto. Um parto de um belo e saudável menino. Pronto para andar sobre a superfície do mundo ou pairar sobre os edifícios.
Excelente para ouvir em dias de chuva ou em noites que o sono não vem.
sábado, 12 de novembro de 2011
Kill Bill man!!!
Kill Bill é pra mim uma obra -prima "Tarantino". Lançado em 2003 e 2004. o filme homenageia filmes asiáticos, de kung fu, estilo samurai, filmes trash e até anime. é sim um pouco violento, mais essa sempre foi uma das características mais marcantes do Quentin tarantino.
Bom a noticia é antiga, mais vale a pena resaltar. esse filme além de ter ótimos atores, ótimos dialogos e boas edições tem uma trilha maravilhosa e é esse o meu destaque.
A trilha varia muito, vai de country à spaghetti western e segue o ritmo do filme, fiz uma listinha mesclando a trilha do vol 1 e do vol 2. Divirtam -se!!!
1 Bang Bang (mybaby shot me down)-Nancy Sinatra;
2 Quenns of the crime councit-Julie hermand;
3 whoo hoo-5.6.7.8's;
4 twisted nerve-bernard hermand;
5 Quiny Jones-Ironside;
6 II tramonto-Ennio Morricone;
7 Motorcycle Circus-luis bacalov;
8 A satisfed mind-Johnny Cash;
9 Malaguena-Salerosa Mind;
10 Urami Bushin-Meiko Kaji.
post: Leonardo Maciel.
Bom a noticia é antiga, mais vale a pena resaltar. esse filme além de ter ótimos atores, ótimos dialogos e boas edições tem uma trilha maravilhosa e é esse o meu destaque.
A trilha varia muito, vai de country à spaghetti western e segue o ritmo do filme, fiz uma listinha mesclando a trilha do vol 1 e do vol 2. Divirtam -se!!!
1 Bang Bang (mybaby shot me down)-Nancy Sinatra;
2 Quenns of the crime councit-Julie hermand;
3 whoo hoo-5.6.7.8's;
4 twisted nerve-bernard hermand;
5 Quiny Jones-Ironside;
6 II tramonto-Ennio Morricone;
7 Motorcycle Circus-luis bacalov;
8 A satisfed mind-Johnny Cash;
9 Malaguena-Salerosa Mind;
10 Urami Bushin-Meiko Kaji.
post: Leonardo Maciel.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Fôlego pra dar e vender!
Hoje não vão valer as novidades.
Valerão as boas novas.
Em 2009, Filipe lançou uma bomba no mercado musical brasileiro.
Um EP, disponibilizado para download, pelo próprio artista.
Repleto de canções emblemáticas o trabalho independente do cantor é responsável pela maior parte de poeira levantada em sua trajetória. O disco causou frisson na internet, no mercado especializado, nos críticos e nos amantes da boa música. Tanto que lancei mão numa mochila e fui conferir de perto, em São Paulo, o trabalho de Catto no provável melhor show da minha vida.
Agora, colhendo os louros do seu inegável talento, Filipe traz ao Rio o lançamento do seu disco de estréia (Fôlego) no Studio RJ, no Arpoador. E com certeza trará muitos arrependimentos a quem não se render ao prestígio que é ser sua platéia.
Ouvir qualquer canção na voz desse gaúchinho é como ter os pecados perdoados!
Saiba mais sobre o Show
Saiba mais sobre o cantor
Valerão as boas novas.
Em 2009, Filipe lançou uma bomba no mercado musical brasileiro.
Um EP, disponibilizado para download, pelo próprio artista.
Repleto de canções emblemáticas o trabalho independente do cantor é responsável pela maior parte de poeira levantada em sua trajetória. O disco causou frisson na internet, no mercado especializado, nos críticos e nos amantes da boa música. Tanto que lancei mão numa mochila e fui conferir de perto, em São Paulo, o trabalho de Catto no provável melhor show da minha vida.
Agora, colhendo os louros do seu inegável talento, Filipe traz ao Rio o lançamento do seu disco de estréia (Fôlego) no Studio RJ, no Arpoador. E com certeza trará muitos arrependimentos a quem não se render ao prestígio que é ser sua platéia.
Ouvir qualquer canção na voz desse gaúchinho é como ter os pecados perdoados!
Saiba mais sobre o Show
Saiba mais sobre o cantor
sábado, 5 de novembro de 2011
Fantasies flashbacks!!!!
Originalmente formada em Toronto no Canadá, a banda Metric foi formada em 1998 e mescla o
"rock altrenativo" e o "pós punk" do "Indie rock" e ao mesmo tempo as experiencia eletrônicas e experimentais
tradicionais do "new wave".
Com várias indicações e prêmios a banda possui 4 albúns. O video abaixo é da música " sick muse", 2 faixa do cd mais recente da banda, o "fantasie" de 2009. vale a pena dar uma olhada.
Divirtam se!!!
"rock altrenativo" e o "pós punk" do "Indie rock" e ao mesmo tempo as experiencia eletrônicas e experimentais
tradicionais do "new wave".
Com várias indicações e prêmios a banda possui 4 albúns. O video abaixo é da música " sick muse", 2 faixa do cd mais recente da banda, o "fantasie" de 2009. vale a pena dar uma olhada.
Divirtam se!!!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Eu sou do tempo em que a gente se telefonava.
Uma saudade apertando no peito, uma vontade de colocar a vitrola outra vez para funcionar ou trocar o computador por uma máquina de escrever, são os sentimentos que brotam quando aperto o play em uma música dessa paulistana.
O que vale como descrição de algum filme inspirado nos anos 60/70 serve também para o novo disco da Blubell.
O disco é uma bem produzida máquina do tempo, que já pelo nome (Eu sou do tempo em que a gente se telefonava) nos transporta ao velório do que fomos um dia.
Com uma linguagem inusitadamente introspectiva, ela consegue ser lúdica e madura ao mesmo tempo. Tudo isso milimetricamente cadenciado numa melodia ímpar e abstratamente concreta.
Antes mesmo de o novo álbum ser consolidado a faixa Chalala já figurava em algumas rádios e principalmente na abertura do seriado global Aline, o que indubitavelmente contribuiu para uma maior popularização da artista.
Para quem busca um trabalho doce e cuidadosamente construído sem dúvidas esse disco é uma dica mais do que acertada. Que em minha opinião é um dos melhores lançados nesse ano.
O que vale como descrição de algum filme inspirado nos anos 60/70 serve também para o novo disco da Blubell.
O disco é uma bem produzida máquina do tempo, que já pelo nome (Eu sou do tempo em que a gente se telefonava) nos transporta ao velório do que fomos um dia.
Com uma linguagem inusitadamente introspectiva, ela consegue ser lúdica e madura ao mesmo tempo. Tudo isso milimetricamente cadenciado numa melodia ímpar e abstratamente concreta.
Antes mesmo de o novo álbum ser consolidado a faixa Chalala já figurava em algumas rádios e principalmente na abertura do seriado global Aline, o que indubitavelmente contribuiu para uma maior popularização da artista.
Para quem busca um trabalho doce e cuidadosamente construído sem dúvidas esse disco é uma dica mais do que acertada. Que em minha opinião é um dos melhores lançados nesse ano.
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